quinta-feira, 4 de agosto de 2016

4s's: Sebastião Salgado, Starbucks e Sebo.


Olá, leitores lindos da minha vida! Como vão vocês? Espero que bem.


Hoje vou sair um pouco do habitual e falar de algo que também é muito legal: VIAJAR.
QUAL SER HUMANINHO QUE NÃO CURTE VIAJAR? Ainda mais em pleno 2016. Haha
Você já viajou esse ano? Já foi ver gente e lugares novos? Já foi respirar novos ares, comer coisas diferentes? Já ficou na janela olhando a paisagem lá fora? Se não, corre que ainda dá tempo!
E quando falo ‘viajar’ não estou me referindo à uma ida para Ilha Bela nem Paris. Você pode ir pra cidade ao lado e se divertir mesmo assim. O importante é sair do lugar, mover-se e explorar o mundo, que como eu sempre digo, é INFINITO E LINDO.
Planeje-se e ouse. E quer um conselho? Vá sozinho. Acompanhado é ótimo, mas viajar sozinho é realmente libertador. Tente ao menos uma vez.


Na semana passada, eu fiz uma viagem incrível para Campinas! Olha só, Campinas que é logo ali!
Não sou fã de TV, não sou adepta, então não vejo muito. Porém, passando pela sala, ouvi a jornalista dizer num noticiário “e essa semana ocorre a exposição do fotógrafo Sebastião Salgado no SESC de Campinas” e eu pensei “uau!” e logo me ocorreu a ideia: por que não? Quando isso vai acontecer de novo? SEBASTIÃO SALGADO? Eu NECESSITO ir.
Então arrumei minha mochila e parti, de ônibus mesmo.
Chegando na rodoviária encontrei uma feira de livros maravilhosa que me rendeu um livro maravilhoso sobre a minha área – O top do Marketing brasileiro.
Sabe aquela sensação de ‘to no lugar certo, na hora certa’.



O SESC fica exatamente ao lado da rodoviária. Era só atravessar uma ponte e pronto, cheguei. Mas nessa de encurtar o caminho e não seguir os conselhos do taxista, eu quis dar um role extra por ali e acabei me perdendo um pouquinho. Valeu a experiência, tive que voltar e foi engraçado.



~ SEBASTIÃO SALGADO ~

“Sebastião Ribeiro Salgado Júnior (Aimorés, 8 de fevereiro de 1944) é um fotógrafo brasileiro.
Nasceu na vila de Conceição do Capim, viveu sua infância em Expedicionário Alício, graduou-se em Economia pela Universidade Federal do Espírito Santo (1964-1967) e realizou pós-graduação na Universidade de São Paulo. No mesmo ano, casou-se com a pianista Lélia Deluiz Wanick. Eles se engajaram no movimento de esquerda contra a ditadura militar e eram amigos de amigos do líder estudantil e revolucionário Carlos Marighella. Depois de emigrar em 1969 para Paris, ele escreveu uma tese em ciências econômicas, enquanto a sua esposa ingressou na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts de Paris para estudar arquitetura. Salgado inicialmente trabalhou como secretário para a Organização Internacional do Café (OIC), em Londres. Em suas viagens de trabalho para a África, muitas vezes encomendado conjuntamente pelo Banco Mundial, ele fez sua primeira sessão de fotos com a Leica da sua esposa. Fotografar o inspirou tanto que logo depois ele tornou-se independente em 1973, como fotojornalista e, em seguida, voltou para Paris.”


Eu simplesmente acho esse homem excepcional. Entre os caras que eu mais admiro no Brasil, ele está no topo da lista. E vendo uma exposição dele senti ainda mais na pele a sua arte, sua fotografia viva e surreal. Fiquei impressionada com a riqueza de detalhes de suas fotos, a sua singularidade e o que é mais incrível: as fotografias são tão impressionantes que eu diria até improváveis. Mas é, claro, ele fez.
Fiz algumas fotos das fotos maravilhosas, não ficaram tão boas (quem sou eu mesmo?), algumas ficaram com reflexo, mas é válido e acho que vai dar pra vocês verem um pouquinho do que foi:










Sai de lá meio que anestesiada, pensando na raridade da vida e das pessoas, querendo eternizar aquele momento. A exposição terminou no sábado, um dia depois.

Então, resolvi que iria continuar minha super viagem. Fui até o centro de Campinas, que não é muito longe nem complicado.
Andei pelas ruas super movimentadas, olhando as pessoas. Pessoas que eu nunca mais vou ver na vida. Gosto desse anonimato. Gosto de ver pessoas e tentar descobrir como elas são. Gosto de olhar e pensar ‘por que ela está passando aqui? O que ela está pensando? Será que ela ta feliz?’
Observar pessoas e tentar saber o que elas estão sentindo é uma das coisas que eu mais gosto de fazer no caos das cidades grandes.
Encontrei uma lanchonetizinha mega maneira que vende salgados super bons a R$ 3,90 e deixa qualquer ‘ki lanchão’ no chinelo. haha



~ STARBUCKS ~

“Starbucks é a empresa multinacional com a maior cadeia de cafeterias do mundo; tem a sua sede em Seattle, EUA. A companhia criou o seu nome inspirado em parte pelo personagem Starbuck do livro Moby Dick, e o seu logótipo é um entalhe escandinavo do século XVI de uma sereia com duas caudas.
Além de cappuccino e café expresso, a Starbucks oferece também outros tipos de bebidas, como uma variedade de chás, além de comidas como sanduíches. Lojas da Starbucks podem estar dentro de outros estabelecimentos comerciais, como livrarias e shoppings.”



COMO IR ATÉ CAMPINAS E NÃO PASSAR PELA DELÍ COOL HIPSTER STARBUCKS?
Já que na nossa linda Limeira ainda não tem, é imprescindível! A Starbucks é uma das coisas mais divinas do mundo e que não nego, sempre que vou faço uma selfie! É o tipo de lugar que você entra e quer ficar pra sempre.
Comprei um Frappuccino de Chocolate à base de café e um Browne maravilhoso de chocolate meio amargo. Eu não preciso nem dizer que ali encontrei o paraíso né?
Mas, mais que toda essas delicia, o que eu mais amo mesmo num ambiente Starbucks são as pessoas. Amo ficar olhando todas aquelas pessoas conectadas, tomando um café e pensar ‘como está sendo o dia dessa pessoa?’
Ver pessoas num café é mesmo muito interessante.



~ SEBO E LOJÃO ~

Seguindo meu roteiro de viagem e com a ajuda do meu querido amigo Google, descobri que descendo aquela mesma rua do Starbucks tinha um sebo. E, claro, eu não poderia deixar passar batido. Então, caminhei mais um pouco e finalmente, cheguei.
É um sebo incrível, desses que também não encontramos em Limeira. Muito grande, amplo e com muita variedade de livros. Muitos livros. Um sebo maior que todas as livrarias que encontramos aqui. Fiquei ali uns belos 40 minutos, paquerando vários livros e voltei com uma pequena dor no coração por ter deixado pra trás “Como Ser Parisiense Em Qualquer Lugar do Mundo" por que a grana já tava ficando curta. Céus, como foi difícil pra mim.
Mas, mesmo assim ganhei uma bag muito amô pra carregar meus bebês.




Para voltar ao destino final, a rodoviária, dessa vez peguei um taxi. Os grafitis das ruas, o movimento do centro, as pessoas pra lá e pra cá numa sexta-feira a tarde é encantador pra mim. Sou uma pessoa extremamente urbana e curto muito isso.
De volta pra casa, Deus me presenteou com um lindo por do sol. Pude voltar contemplando o que a vida tem melhor.
Foi um belo dia. Fui ali e voltei cheia de novas experiências na bagagem e um imenso sentimento de gratidão e de que valeu a pena. Eu devia fazer isso mais vezes.



Próxima parada: SÃO PAULO! E eu contarei tudinho pra vocês por aqui ;)


Beijinhos
Com amor, Laiz.